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POLÊMICA

quinta-feira, 5 de junho de 2008


Para a avaliação do leitor, está ai a posição do Sr. Vicente Lassandro Neto (foto) em relação a matéria sobre a questão do Meio Ambiente. Segundo sua apresentação, ele é GEÓLOGO, ECOLOGISTA e Engenheiro em Petróleo.

Prezado Celso

Infelizmente não há coisa alguma para ser comemorada pois tudo o que se diz sobre o planeta Terra está errado. Eis os 10 verdadeiros mandamentos sobre o planeta Terra.


1 - A vida no planeta Terra, nas suas mais variadas e atuais formas, vegetal e animal, vai acabar e nada se pode fazer, Nem contra, nem a favor.

2 - Petróleo e água não acabam.

3 - Como o petróleo não acaba, a busca por alternativos a ele representa perda de tempo e gasto inútil de recursos.

4 - O "efeito estufa" não existe. O que existe é um aquecimento natural da atmosfera do planeta Terra que é contínuo, lento e gradual. Este aquecimento, por ser natural, não tem relação alguma com as atividades dos humanos. Pelo contrário, as atividades dos humanos agem no sentido de esfriar e não de esquentar mas elas, apenas, atenuam, um infinitésimo elevado ao menos infinitésimo. É imperceptível.

5 - Queimar petróleo, além de gerar trabalho, é ótimo pois posterga, do ponto de vista humano, o término da vida no planeta. Do ponto de vista geológico, a vida já acabou. Parar de queimá-lo é um suicídio coletivo.

6 - Destruir florestas, também, é ótimo e tem o mesmo efeito do item 5, da queima do petróleo. Conservá-las é outro suicídio coletivo.

7 - Queimar as florestas destruídas é melhor ainda e tem efeito adicional ao da destruição. Não queimá-las e outro suicídio coletivo.

8 - Como, por falta de gás carbônico e, conseqüentemente, de plantas, a vida animal vai acabar pois não vai haver o que comer. Assim sendo, a superfície do planeta vai se transformar num deserto com rios de modo que a preservação de florestas e animais é perda de tempo e gasto inútil de recursos. A melhor maneira de protegê-los é ignorá-los observando a lei da sobrevivência dos mais aptos entre animais de espécies diferentes.

9 - Todo lixo orgânico deve ser queimado em termelétricas, para aproveitar a energia nele contida, transformando-a em energia elétrica. A queima deve ser em locais específicos com a utilização de filtros apropriados para a fumaça e para as partículas. O lixo inorgânico, se economicamente viável, deve ser reciclado.

10 - Entender que o MAR é a lixeira NATURAL do planeta e lançar nele a fração líquida de todos os esgotos domésticos, industriais, observando, depois, o item 9 e todas os sólidos com densidade maior que a água desde que seu aproveitamento seja, economicamente, inviável. Com este procedimento deixaremos de poluir os rios e teremos, sempre, água potável e mais barata pois dispensa tratamento.

Divulgue, na sua revista, Vida Brasil, estes novos conhecimentos.



VERDE E LIMPO

Hoje é o ‘‘Dia do Meio Ambiente’’. Para comemorá-lo, nada melhor do que evidenciar o trabalho quase apostolar de pessoas que se dedicam á sua defesa. No próximo dia 27 será lançada no Rio de Janeiro, durante o I SEARJ- Simpósio de Educação Ambiental Empresarial no Auditório da UERJ - Maracanã, uma produção editorial que congrega estudiosos do assunto em todas as áreas e transmite de forma simples e didática, conceitos, conhecimentos e reflexões sobre o tema. 'Educação Ambiental Empresarial no Brasil’. Posteriormente, o trabalho será lançado em vários Estados, estando reservado para a Bahia, o mês de Agosto.

Para chegar a esse resultado, foi reunida uma equipe de 22 craques tendo na coordenação, o Biólogo Alexandre de Gusmão Pedrini,(foto) uma referência em EA. Mestre e doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele é também professor-adjunto do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Participa de diversos coletivos em rede, como a Rede Brasileira de Educação Ambiental, coletivos ambientais, como o Conselho Estadual do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro pela Rede de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro, coletivos científicos, como a Sociedade Botânica do Brasil, dentre outros. Faz parte de comitês de avaliação de periódicos científicos, como da Revista Ambiente e Educação, Revista Ciência e Educação e Revista Brasileira de Educação Ambiental, dentre outras. Seus trabalhos já foram publicados no Brasil e no exterior.

Os outros componentes da equipe são: Alexandra Zühlsdorff Mendes Silva, Cientista social. Alphonse Kelecom, Bacharel em Química. Berenice Gehlen Adams, Pedagoga. Edison Carvalho, Geólogo. Evandro Nicolov Arigoni, Arquiteto e urbanista. Fabiano Milano Fritzen, Administrador de empresas. Ivana de Campos Ribeiro, Comunicadora social. Filipe Freitas C. M. Carvalho ,Comunicador social José .Henrique Porto Silveira,Psicólogo. Lídia Maria dos Santos, Bióloga. Luciana Gehlen, Administradora de empresas. Lucilene Danciguer, Antropóloga. Luiz Carlos Busato, Engenheiro químico. Márcia Gil Knobel, Bióloga. Maria de Fátima Melo Maia, Pedagoga. Nina Beatriz Bastos Pelliccione, Bióloga. Patrícia Otero, Pedagoga. Samuel Macarini,Biólogo.Susana Inês Molon,Psicóloga.Suzana Rastelli Sattamini,Engenheira civil


Um destaque especial para a pedagoga euclidense, Dora Abreu, Química e mestre em Gerenciamento e Tecnologias Ambientais pela UFBA. Ela já realizou diversos cursos de especialização na área ambiental e participou de programas de aperfeiçoamento profissional no exterior (Canadá). Possui larga experiência em consultoria ambiental. É autora de livros técnicos, entre eles, “Sem Ela nada feito”, trabalho voltado para o segmento turístico hoteleiro, mas que pode ser utilizado por qualquer pessoa. ’’Os Ilustres Hóspede Verdes” , esse , um Best –Seller e leitura indispensável a quem atua no setor. Além disso, participou de documentários,palestras e mobilizações,já tendo recebido diversos prêmios pela contribuição que vem dando ao Meio Ambiente. Atualmente é coordenadora de Meio Ambiente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SEDUR), do estado da Bahia e prepara-se para o lançamento no próximo dia 10 de junho,no Centro de Convenções do Bahia Othon Palace, do livro “Prata da casa: construindo a produção limpa na Bahia”,trabalho no qual teve participação ativa